Caso Clínico: Levantamento de seio maxilar utilizando associação de osso autógeno do ramo ascendente e Osteogen na proporção de 20/80 e inserido na cavidade sinusal.
Prof. Dr. Jamil Awad Shibli (Prof. Adjunto do Programa de Pós_Graduação em Odontologia da UnG e Coordenador do Curso de Especialização em Implantodontia da UnG)
Profa. Dra. Susana d’Avila (Profa. Do Curso de Especialização em Implantodotia da UnG)
Prof. Dr. Adriano Piattelli (Prof. Titular do Departamento de Patologia Oral, e Diretor da Universidade de Chieti, Itália).
Caso Clínico – Paciente do sexo masculino, 56 anos, procurou o curso de Especialização da UnG para reabilitação da maxila posterior. Foi realizado levantamento de seio maxilar utilizando associação de ósso autogeno do ramo ascendente e Osteogen na proporção de 20/80 e inserido na cavidade sinusal.
 Aspecto pré-operatório da cavidade sinusal. Notar a grande pneumatização do seio maxilar (setas).
 Aspecto radiográfico 5 meses apos procedimento de elevação
da mucosa sinusal. Notar a grande formação óssea.
 Implantes em posição após 5 meses de cicatrização.
 Instalação dos provisórios sobre os implantes inseridos em área
enxertada. Notar a estabilidade do enxerto
10 meses apos o
procedimento cirúrgico.

Controle radiográfico da restauração definitiva 30 meses após procedimento cirúrgico. Notar a estabilidade e preservação dos tecidos periimplantares.
 Corte histológico de biópsia removida da região durante o
preparo do leito cirúrgico para inserção do implante. Este tipo
de histologia não-descalcificada permite a observação direta
dos tecidos duros incluindo o enxerto (coloração azul de toluidina
e fucsina Basica, aumento de 16x)
 Maior aumento da área demarcada na figura 6. Notar o íntimo contato (setas) de grânulos de Osteogen (Ha) com o tecido ósseo neoformado (ON) mostrando a alta biocompatibilidade do material. Existem ainda espaços medulares (EM) ao redor do tecido ósseo neoformado e os grânulos de Osteogen (coloração de azul de toluidina e fucsina Básica, aumento de 40x).
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