Neste mês liberamos parte do nosso conteúdo de assinantes para você! Login: Senha:
Notícias Seções Assinaturas Clube de Benefícios Anuncie Fale Conosco Agenda
Seções › Artigos
 
ARTIGOS
06 de dezembro de 2011 • 15:28
 
Wennerberg A, Albrektsson T.
On implant surfaces: a review of current knowledge and opinions.
Int J Oral Maxillofac Implants 2009;24:63-74.

Um dos assuntos mais emblemáticos da Implantodontia continua sendo a tecnologia de superfície. Mesmo com o avanço na capacidade de processamento dos computadores para os instrumentos ópticos e eletrônicos utilizados e do entendimento de boa parte dos sinais bioquímicos e das respostas celulares, ainda não conseguimos entender completamente os mecanismos envolvidos na formação e manutenção da interface osso e implante. Atualmente, micro e nanorrugosidade são os aspectos mais explorados cientificamente, mesmo com a falta de padronização para mensuração e comparação destas características.

Neste artigo de revisão, os implantes dentários de quatro grandes companhias variaram em rugosidade superficial (Sa) de 0,3 a 1,78 µm e na área de desenvolvimento superficial (Sdr) de 24% para 143%, com os implantes mais lisos originando-se da Biomet3i e o mais rugoso da Straumann. O implante original Brånemark usinado possuía Sa 0,9 µm e um Sdr de 34%, tornando-o nitidamente mais rugoso do que os implantes mais lisos examinados. Quando a nanorrugosidade foi avaliada, houve uma variação substancial no Sa dos diversos implantes nas quatro grandes companhias. Os implantes novos da Biomet3i, AstraTech, e Straumann diferem dos seus predecessores pela microrrugosidade, propriedades físicas, e nanorrugosidade. Quando examinados pela microscopia eletrônica da varredura em alta ampliação, observou-se que estas novas superfícies possuíam nanorrugosidades especiais que não estavam presentes nos seus respectivos predecessores; este achado foi sugerido como um possível mecanismo comum por trás das respostas ósseas mais fortes destes implantes comparados aos controles adequados.

Entretanto, os autores ressaltam que o grande desafio é prever como estas novas superfícies se comportarão clinicamente nos próximos cinco ou dez anos, já que outros desenvolvimentos do passado saíram com a mesma velocidade que entraram no mercado. Avaliar a evolução e/ou minimização da perda óssea como benefício de cada superfície seria um passo fundamental.

 
 
 
   A Revista
- Quem somos.
- Assine
- Anuncie na ImplantNews
- Normas de publicação
 
     
   
     
ImplantNews ©2011. Todos os direitos reservados. Política de privacidade